Detido por suspeita de armar um atentado a bomba em Brasília, George Washigton de Oliveira Sousa disse em sua audiência de custódia que foi bem tratado pelos policiais que efetuaram sua prisão. Ele fez apenas uma ressalva: não queria os nomes do presidente eleito Lula e do presidente Jair Bolsonaro nos autos da ocorrência.
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