Na Conexão Terraviva BandNews, Pedro Costa explica como as novas regras de importação da China e do México podem mudar o rumo das exportações de carne brasileira em 2026 — e o que isso significa para o preço da carne no Brasil.
A China, principal destino da carne bovina brasileira, vai manter a taxa de importação de 12% apenas para até 1,1 milhão de toneladas. Tudo o que ultrapassar esse volume passa a pagar uma tarifa muito maior, de 55%. Em 2025, o país comprou cerca de 1,6 milhão de toneladas do Brasil, o que mostra que parte dessas exportações pode ser impactada.
Já o México liberou a entrada de apenas 70 mil toneladas de carne bovina sem imposto. O que passar desse limite será taxado em 20%. No ano passado, o Brasil exportou mais de 110 mil toneladas para o país, o que indica que uma parte dessas vendas agora enfrenta custos extras.
Mesmo com essas mudanças, o Brasil segue competitivo no mercado internacional e parte da carne pode ser redirecionada para outros destinos, como os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, o país deve abater menos gado em 2026 por causa do ciclo pecuário, enquanto a demanda interna segue aquecida com ano de eleições e Copa do Mundo.
O resultado é um mercado mais disputado, que ajuda a explicar por que a carne tende a seguir com preços firmes no Brasil ao longo de 2026.
Confira!
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