Com o retorno das aulas, cresce também a preocupação de pais e educadores com a pediculose, infestação causada pelo piolho da cabeça, comum entre crianças em idade escolar. O problema está diretamente ligado ao contato próximo em sala de aula, no recreio e durante as brincadeiras, quando o encostar de cabeças facilita a transmissão.
Em entrevista, a dermatologista Heliana Góes, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia-Regional Pará, explica que o principal meio de contágio é o contato direto de cabeça com cabeça. “O compartilhamento de objetos pessoais, como escovas, bonés, arcos e fones de ouvido, é uma via secundária, mas ainda relevante em ambientes coletivos”, alerta.
Imagens: Arquivo Pessoal