Candeeiro do tempo – Poemas, uma coletânea dividida em três tempos, cada uma representando uma década. Fala das utopias que ainda existem para o autor. O livro é uma síntese do trabalho poético de Pedro César Batista. Começou na geração que ficou conhecida como do mimeógrafo Na abertura de seu primeiro livro Tudo tem, no poema “Gritemos”, escreve: “O poder tem os canhões. Nós temos o grito”. Versos em defesa da liberdade e contra a tortura e dor imposta pelos militares. Vieram outros títulos com poemas, biografias e um romance. Poemas para falar da utopia por uma sociedade mais justa, fraterna e solidária. Em Candeeiro do tempo – Poemas volta a mostrar sua veia poética, com poemas como “Iluminado”: “Toda luz vem do céu/ da boca aberta, faminta / por sonhos e beijos”, destacado pelo prefaciador, Guido Heleno, como “pensa e age o poeta cidadão”. A capa, as ilustrações e a montagem do vídeo são de Léo Pimentel.